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CEO da Yahoo disse temer ser presa por traição

A presidente da Yahoo, Marissa Mayer, disse, esta quarta-feira, que temia ser presa por traição caso recusasse cumprir as exigências das agências norte-americanas de espionagem na entrega de dados dos utilizadores das ferramentas da empresa

Marissa Mayer CEO da Yahoo

A dirigente da Yahoo proferiu estas declarações quando confrontada sobre o que está a fazer para proteger os utilizadores do Yahoo da "tirania governamental", enquanto participava na conferência TechCrunch Disrupt, em São Francisco.

 

Zuckerberg da Facebook usou seu tempo no palco, na mesma conferência, TechCrunch, em San Francisco, para zurzir no governo americano pela forma como lidou com as revelações de Edward Snowden, dizendo que isso era mau para as empresas americanas.

 

Marissa Mayer garantiu que a Yahoo escrutina e luta contra os pedidos do governo norte-americano ratificados pelo Tribunal de Vigilância de Informações Estrangeiras, mas quando a empresa perde a batalha tem de agir como lhe indicam ou arrisca ser tratada como traidora.

 

Os pedidos de informação autorizados pelo tribunal chegam com uma ordem que impede qualquer pessoa na empresa que receba o pedido de revelar qualquer pormenor da solicitação ou mesmo da sua existência.

 

"Se não cumprir, é traição", afirmou a mesma responsável, quando questionada acerca das razões por que não retira detalhes dos pedidos das agências norte-americanas de espionagem relativamente aos utilizadores do Yahoo.

 

Marissa Mayer lembrou não poder falar dos casos porque "são classificados".

 

"Revelar informações classificadas é traição e vamos presos. Por isso, na defesa dos nossos utilizadores, faz mais sentido trabalhar com o sistema", acrescentou.

 

A Yahoo, Google, Facebook e Microsoft estão entre as empresas que procuram autorização para libertar mais informações aos seus utilizadores relativamente aos pedidos norte-americanos feitos sob alegação de combate ao terrorismo e a outras ameaças.

 

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